Quando o assunto é abastecimento de empilhadeira, qual a melhor escolha: a granel ou pitstop?

Antes de partir para uma decisão, é preciso entender alguns detalhes que podem influenciar diretamente a escolha final. A começar, claro, pelas empilhadeiras.

Toda indústria que precisa movimentar grandes cargas ou pesos também necessita de uma empilhadeira — isso é fato. Elas não agregam somente na questão do transporte e movimentação de itens, trazendo organização e fluidez ao processo, mas principalmente em termos de praticidade e bem-estar dos funcionários. 

O processo de escolha do equipamento ideal passa, portanto, por uma série de considerações que culminam em um modelo ideal para cada tipo de negócio, endereçando necessidades e demais particularidades de cada operação. 

Dentro de um universo de opções, um dos equipamentos mais utilizados quando se trata de empilhadeira é o modelo movido a gás que, já de bate-pronto, oferece algumas vantagens se comparado a empilhadeiras elétricas, por exemplo. 

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Nessa comparação, as empilhadeiras movidas a gás costumam ter menor custo de manutenção, o que faz com que a compra desses equipamentos traga mais benefícios em termos financeiros no médio e longo prazos. 

Outro ponto a favor das empilhadeiras movidas a gás é na questão eficiência: elas conseguem alcançar velocidades maiores na comparação com empilhadeiras que levam outras fontes de energia para se movimentarem. Para se ter uma ideia, empilhadeiras a gás podem atingir uma velocidade média de 21 km/h, dependendo do modelo adquirido. 

Isso só para citar alguns dos itens críticos que devem ser avaliados para melhor desempenho e custo-benefício no processo decisório. 

Empilhadeiras GLP são ideais para a minha indústria? 

À parte dessas especificações, um dos modelos preferidos por gestores da indústria são os modais que operam com GLP — esses, em especial, são regularmente consideradas boas opções para plantas que possuem grandes galpões, amplos espaços de circulação e até mesmo múltiplas plantas. 

Quando há a decisão de ter a empilhadeira movida a GLP, o próximo passo é entender as possibilidades de abastecimento para ela e é neste ponto que pode surgir a dúvida: a granel ou pitstop? 

Afinal, a escolha do tipo de abastecimento pode impactar diretamente o dia a dia da operação industrial de forma mais profunda, para além de uma análise primária e superficial. 

Qual o melhor abastecimento: a granel ou pitstop? 

Um dos primeiros pontos a ser analisado é o espaço disponível na planta para tornar o abastecimento possível. Quem tem um volume maior de empilhadeiras, por exemplo, precisa considerar a logística em termos de estoque: quem utiliza os cilindros precisa de um espaço extra para armazená-los. 

Quando o sistema de fornecimento de GLP é a granel, essa não é uma questão, porque o combustível é transferido diretamente do caminhão para um tanque fixo instalado em regime de comodato dentro da planta industrial. O reabastecimento das empilhadeiras, nesse sentido, ocorre com o uso de cilindros reabastecíveis, 

Assim, quando um gestor decide migrar do botijão tradicional para o modelo de abastecimento a granel, é possível experimentar uma economia em termos de perda de produto. "Quando falamos de P13 ou P20, inevitavelmente há uma quantidade de gás que você acaba perdendo, em torno de 5% a 10%, mas isso acaba com o a granel", explica Gilvan dos Santos, consultor de novos produtos da Ultragaz. 

Essa maneira de abastecimento, inclusive, é uma das "com custo mais baixo, sendo uma opção interessante, dependendo do tamanho da empresa”, observa o professor de Logística Roberto Lange, do Senac EAD. 

O pitstop, por sua vez, tem algumas características específicas que tornam seu uso vantajoso. Esse modelo de abastecimento funciona como um tanque estacionário com uma bomba e um cavalete, por meio do qual é possível realizar o abastecimento. 

Assim, a empilhadeira pode simplesmente estacionar ao lado do tanque, como se fosse um carro, para ser reabastecida. 

A solução de pitstop, nesse sentido, oferece um reabastecimento de empilhadeiras GLP por meio do uso de um recipiente reabastecível, da mesma forma que o a granel, mas em termos de conveniência e segurança, o cavalete sai à frente. 

Do ponto de vista do funcionário responsável pelo abastecimento, contar com um recipiente reabastecível como o proposto no pitstop e da maneira que o modelo propõe traz um ponto a favor do bem-estar, já que não será necessário remover o cilindro que pode pesar 20 quilos quando abastecido, por exemplo. 

E se a solução apresenta outros sistemas de intertravamento, como é o caso da Ultragaz Empilhadeiras, a segurança é redobrada já que o processo não acontece caso alguma válvula esteja fora do local adequado. 

Agora que você sabe quais as principais diferenças entre a granel e pitstop, fale com um de nossos especialistas e descubra o que é a Ultragaz Empilhadeiras e o que ela pode trazer de vantagem para o seu negócio.